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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Beatriz sobrinha

Beatriz, aquela que faz feliz.
Prometi que faria um desenho de minha querida sobrinha. Pensei em pintar com aquarela ou acrílica mas, quando encarei a tarefa de desenhar - já disse que é o mai prazeroso - resolvi fazer o mesmo com as outras sobrinhas que tenho. Esse é mais um daqueles desafios que me imponho. O desenho é todo feito à traço, com lápis 2b e 4b e, em seguida finalizei com a minha antiga companheira, a caneta futura. Tudo finalizado no formato A3, escaneei e transformei em vetor. A colorização foi toda feita digitalmente com um programa vetorial. Amo minhas sobrinhas. As vi crescer e cada uma delas traz para mim uma alegre e deliciosa melancolia das diversões com crianças.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Adão e Eva


O que receio, e quero evitar, 
é que assim como a serpente enganou Eva com astúcia, 
a mente de vocês seja corrompida e se desvie 
da sua sincera e pura devoção a Cristo. 

2 Coríntios 11:3

Sansão e o leão

O Espírito do Senhor apossou-se de Sansão, 
e ele, sem nada nas mãos, rasgou o leão como se fosse um cabrito. 
Mas não contou nem ao pai nem à mãe o que fizera. 
Juízes 14:6

Jesus e o cego


Então chegaram a Jericó. Quando Jesus e seus discípulos, 
juntamente com uma grande multidão, estavam saindo da cidade, 
o filho de Timeu, Bartimeu, que era cego, 
estava sentado à beira do caminho pedindo esmolas. 
Marcos 10:46

Barnabé e Paulo


Enquanto adoravam ao Senhor e jejuavam, disse o Espírito Santo: 

"Separem-me Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado".
Assim, depois de jejuar e orar, impuseram-lhes as mãos e os enviaram. 
Atos 13:2-3

Releitura - Noite estrelada sobre Ródano

Tenho consciência que uma releitura é diferente de uma reprodução. 
O que chamo neste blog de releitura, na verdade, é um mergulho na tentativa de desvendar a forma encontrada pelo artista para representar seus quadros. Reproduzir é copiar. Não faço uma cópia exata das obras, ainda que elas mereçam. Reler é reinterpretar. Refazer é viver novamente. Penso, um dia quem sabe, parar nos mesmos lugares e, aí sim, reler algumas obras de arte usando as referencias originais. Por exemplo, ver cadeira de Van Gogh e desenhá-la. A releitura que estou exercitando é mais arrojada. É a tentativa de refazer o caminho. Vejo a obra, tento encontrar as linhas de composição do desenho e, através da pintura, encontrar o clima, o ambiente, o sentimento que envolveu o pintor. Enquanto tentei reler Toulouse, Degas vivi um lirismo, um olhar de beleza e encantamento com a figura feminina em sua intimidade. Tentei exercitar outro sentimento para conferir se era só meu lado 'voyeur' que estava me fascinando neste exercício  Posso afirmar que é impossivel traduzir com palavras a mistura de sentimentos como angústia, drama e satisfação ao tentar reproduzir as curtas pinceladas sem mistura de cor do mestre expressionista. Não dá pra brincar de pintar como Van Gogh sem ser afetado por sua história. Enquanto pintava me perguntava: esse cara estava maluco, estava nervoso, emocionado, depressivo? O que é isso gente? Expressão pura! Fiz duas camadas de tinta acrílica tentando encontrar a pincelada do cara. Já pensou como ele pintou isso? Onde ele estava? O que iluminava sua tela? 
Qualquer dia desses vou tentar pintar com uma dessas lanternas na cabeça num local escuro. 
Taí, um pouco menos soturno, tinta acrílica sobre mdf, 'Noite estrelada sobre o Ródano, 1888; no Museu d'Orsay, Paris.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Cartão de natal 2012

Mais uma vez compartilho com você o processo - um dia eu gravo.
Uma ideia pode ser uma frase, um texto, uma música.
+ um monte de rabiscos (é a fase que eu mais gosto) e um bocado de coragem para pintar.